Havia uma tensão racial distinta entre os judeus e os samaritanos (Jo.4.9). Eles não interagiam frequentemente uns, com os outros, e, em alguns casos, existia a hostilidade direta e ódio. Mas, Jesus, no inicio de seu ministério, ensinou aos samaritanos a verdade de Deus. Ele ministrou à "mulher de Samaria" e ao povo de Samaria (Jo. 4.4-42). Aqui nesta parábola, a fonte a fonte de ajuda não foi um parente ou cidadão de Israel, mas um samaritano desprezado. Somos lembrados de que uma das maiores tragédias do preconceito é que pode separar alguém de uma potencial fonte de ajuda. A compaixão do samaritano foi bem mais recomendável na quela pessoa que ele assistiu, e que, em circunstâncias normais, provavelmente, nem teria falado com ele. Cristo veio para acabar com essa divisão.
Queridos quantos sacerdotes e levitas tem passado de longe de muitos feridos, doentes, desprezados pela sociedade... quando na verdade o papel deles deveria ser deixarem ser usados para que fosse manifesta a gloria de Deus. Porém muitos deles hoje só querem carregar "títulos" e não doentes.
Deus procura "samaritanos", alguém com coração disponível para servir aos seus propósitos.
O samaritano mostrou com sua atitude que tinha um coração disponível para servir, não se encontrava nele preconceito.
Podemos tirar muitas lições com esta parábola.
Que venhamos a passar longe, não do doente, ou desprezado...mais do violento preconceito.
Que Deus os abençoe.
Sandra Ribeiro.
Comentários
Postar um comentário